quinta-feira, 29 de abril de 2010

Gripe suina abala bolsa

NOVA YORK, EUA, 27 Abr 2009 (AFP) - A bolsa de Nova York abriu nesta segunda-feira em baixa abalada pela perspectiva de uma pandemia de gripe suína, que poderá atrasar a reativação da ecomomia. Nos primeiros minutos de pregão, o Dow Jones perdia 0,84% e o Nasdaq, 1,33%.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O empate é um bom resultado

A Casas Bahia passa a vender pela internet e se prepara para entrar no mercado nordestino - apostas para manter em 2009 o mesmo faturamento do ano passado

Por Melina Costa | 19.02.2009 | 17h07


Se existe uma empresa que simboliza a onda de prosperidade que se espalhou pelo Brasil nos últimos anos, essa empresa é a Casas Bahia. A rede varejista controlada pela família Klein é o exemplo clássico do impacto que o aumento de renda da população, aliado ao crédito farto, teve sobre a economia brasileira. Conforme a classe média emergente comprava aparelhos de TV, celulares e computadores em parcelas, a Casas Bahia crescia. Desde 2003, o faturamento da empresa mais que dobrou, chegando a 13,9 bilhões de reais no ano passado. A maior rede de móveis e eletroeletrônicos do país conquistou milhares de novos consumidores, abriu sua primeira loja em uma favela e foi parar nas páginas do The Wall Street Journal e do Financial Times como exemplo máximo de um novo mercado de consumo brasileiro. Esse mercado continua a existir. Mas as incertezas provocadas pela crise e o medo do desemprego fizeram com que ele ficasse arredio a consumir bens de maior valor. O desempenho recente daCasas Bahia, é um espelho disso. A empresa não registra crescimento nas vendas - em comparação ao ano anterior - desde novembro e deve apresentar queda de 3% em fevereiro.

Diante da nova realidade, Michael Klein, diretor executivo da empresa, refez as contas e anunciou que, em 2009, o histórico de crescimento da rede não deve se repetir. "Neste ano, a previsão é manter o mesmo faturamento do ano passado", diz Klein, que recebe diariamente em seu BlackBerry informações sobre as contratações e as demissões das 534 lojas da rede. "Queremos abrir 30 lojas e terminar o ano com os mesmos 60 000 funcionários."

A atual meta de Klein é bem mais modesta que a de anos anteriores, mas nem por isso menos desafiadora. Para não encolher em meio à crise, a Casas Bahia terá de crescer em territórios ainda inexplorados por ela. O primeiro deles é a Região Nordeste, onde a empresa (apesar do nome) ainda não opera. Até o final do ano, deverão ser abertas 20 lojas e um centro de distribuição na Bahia. Nessa investida, a Casas Bahia vai se deparar com um tipo de consumidor diferente daquele com que está acostumada a lidar. Em média, o cliente de uma loja de eletrodomésticos do Sudeste gasta 500 reais a cada compra, enquanto os nordestinos gastam a metade desse valor. Tais gastos são hoje disputados por várias redes de varejo. Em Salvador, cidade onde a Casas Bahia planeja abrir pelo menos 11 lojas, as seis grandes redes de varejo já instaladas contam com mais de 100 pontos-de-venda - um número de lojas 65% maior que o de Belo Horizonte, capital de porte semelhante. A experiência recente da Casas Bahia mostra que a expansão para novas áreas geográficas nunca é uma tarefa fácil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a empresa fechou em apenas três anos 21 das 27 lojas que abriu. A rede dos Klein foi surpreendida pela rejeição dos gaúchos, principalmente do interior, que deram preferência aos varejistas locais.

A segunda tentativa da Casas Bahia para aumentar o número de clientes (e seu faturamento) é o comércio online. A empresa acaba de inaugurar um site de vendas pela internet para atingir um público que habitualmente não frequenta suas lojas - e gasta, em média, 50% mais em compras do que o consumidor habitual. O desafio, nesse caso, é tornar-se relevante para os compradores virtuais. No varejo tradicional, a Casas Bahia é líder de mercado em faturamento, com uma diferença superior a 8 bilhões de reais em relação ao segundo colocado, o Ponto Frio. No mundo virtual, a empresa chegou atrasada. A principal companhia do segmento é a B2W, resultado da fusão entre Americanas.com e Submarino, duas já tradicionais empresas de comércio eletrônico. A B2W é uma espécie de Casas Bahia do mundo virtual, respondendo por quase metade de todas as vendas online. "A Casas Bahia pode transferir a credibilidade de seu nome ao site, mas isso não será suficiente para atrair compradores. O varejo online tem uma lógica diferente", diz Gastão Mattos, consultor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, entidade que reúne empresas do setor.

Paralelamente à ofensiva no Nordeste e na internet, a Casas Bahia também tenta se beneficiar de mudanças recentes dentro da própria organização. Desde 2008, a rede orienta seus gerentes para que sejam mais cautelosos na concessão de descontos aos clientes. Antes da nova norma, os gerentes costumavam conceder o desconto máximo a quase todo consumidor disposto a barganhar. Mas, em muitos casos, apenas o aumento no prazo de pagamento seria suficiente para convencer os clientes a levar o produto. "As reduções de preço exageradas acabavam prejudicando a rentabilidade e colocando as lojas em risco", diz Klein. "Agora, os gerentes são cobrados pelo resultado total da operação." Desde o início do ano, a Casas Bahia também tem sido mais restritiva na concessão de financiamentos por meio de seu sistema próprio de crediário. Agora, os clientes novos são obrigados a pagar, no momento da compra, a primeira parcela do produto que estão adquirindo. Essa é a primeira reação da empresa a uma expectativa generalizada de aumento da inadimplência - uma das consequências do eventual agravamento da crise econômica.

A medida mais polêmica adotada pela Casas Bahia, no entanto, não está relacionada diretamente aos clientes, mas sim aos fornecedores. A empresa eliminou os intermediários nas negociações com a indústria - fato comunicado aos fornecedores em agosto por uma carta que anunciava o fim do sistema em 60 dias. Há pelo menos 40 anos, a Casas Bahia se vale desses profissionais para negociar suas compras. Na prática, porém, o sistema levou a algumas irregularidades e suspeitas de corrupção. Em certos casos, segundo o próprio Michael Klein, executivos de fornecedores usavam os representantes como forma de desviar dinheiro e cobrar comissões. Agora, a Casas Bahia só aceita representantes de pequenos fornecedores, em geral empresas que não estejam em São Paulo ou que vendam menos de 200 000 reais por mês para a rede. As grandes empresas têm de lidar direto com o departamento comercial da empresa. O fim do modelo não agradou a todos os fornecedores. "Eles não têm como nos pressionar. Você acha que alguém vai deixar de vender para a Casas Bahia?", pergunta Klein, referindo-se ao poder de fogo da rede. Graças a essa mudança, a Casas Bahia tem evitado aumentos de preços de alguns produtos.

A Casas Bahia não é o único varejista que está fazendo ajustes e revisando planos para enfrentar a crise. O Magazine Luiza, terceira maior rede no setor de eletrodomésticos e móveis, por exemplo, dificilmente conseguirá abrir as 50 novas lojas que havia previsto para a Grande São Paulo até 2010. Oficialmente, a empresa diz que os planos estão mantidos, mas executivos do setor não acreditam que o Magazine Luiza atingirá a meta. Mesmo com esse cenário, a situação das grandes empresas brasileiras do setor não é alarmante - pelo menos em comparação com o resto do mundo. Segundo dados da consultoria Euromonitor, o varejo brasileiro vai crescer 4,3% até 2013 - mais que a média de América Latina (3,4%), Estados Unidos (1,9%) e Europa (0,9%). Diante de números como esses, o Wal-Mart, maior varejista do mundo, decidiu investir 1,6 bilhão de reais na construção de novas lojas no Brasil em 2009. Trata-se do maior investimento desde que a empresa iniciou suas operações no país, há 14 anos. "O Brasil é estratégico para o Wal-Mart continuar crescendo", diz Héctor Núñez, presidente da operação brasileira. "Pretendemos crescer em todas as categorias, inclusive a de bens duráveis." Entre os varejistas que ainda não estão no Brasil, o interesse pelo país é crescente. Até o final do ano, a Coppel, uma das maiores redes do México, deverá abrir suas primeiras lojas no Paraná, enquanto outros grupos tentam entrar no mercado por meio de aquisições. Apesar dos insistentes rumores, a Casas Bahia nega qualquer possibilidade de venda para uma rede estrangeira. "Já pedi à secretária para nem passar as ligações se o assunto for esse", diz Klein. "Vamos sair dessa crise ainda mais fortes."

quarta-feira, 14 de abril de 2010

São Paulo - A Bolsa de Valores de Chicago (CME) e a BM&FBovespa vão tentar unir forças para criar o primeiro mercado unificado de biocombustíveis, em mais um passo para a internacionalização do etanol. A informação é do diretor-gerente da CME, Robert Ray, que viajará ao Brasil no início de abril para negociar o acordo.

As duas instituições acertaram uma parceria em fevereiro e já fecharam mais de 21 milhões de contratos. A CME é a maior e mais diversificada bolsa do mundo. O grupo foi formado em 2007, com a fusão da Chicago Mercantile Exchange (CME) e a Chicago Board of Trade (CBoT).A CME já mantém uma cotação para o etanol de milho, usado nos Estados Unidos. Já a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) mantém sua cotação para o etanol de cana. "O que queremos debater agora é um passo a mais e estabelecer uma cotação única para biocombustíveis", explicou Ray.Ele esclareceu que a parceira vai além do etanol. Um dos principais objetivos do governo brasileiro é instituir o mercado mundial de etanol, até como forma de consolidar o biocombustível como uma alternativa real. AS informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Leia mais sobre o etanol.

BM&FBovespa e CME tentam criar mercado de etanol
Um dos principais objetivos é consolidar o mercado mundial de etanol como uma alternativa de biocombustível
AGÊNCIA ESTADO - 24/03/2010
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Exportação

Bloco pensa em comprar produto do Brasil para alcançar meta de veículos com biocombustível até 2020

União Europeia vê etanol brasileiro como solução
Bloco pensa em comprar produto do Brasil para alcançar meta de veículos com biocombustível até 2020


Genebra - A União Europeia (UE) terá de importar etanol do Brasil se quiser atingir a meta de ter 5,6% de sua frota de veículos movida por biocombustíveis até 2020. A conclusão é da Comissão Europeia, que, em seu mais completo estudo sobre o tema, divulgado ontem, concluiu que a Europa não tem como produzir etanol suficiente para atingir a meta.

http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/bm-fbovespa-cme-tentam-criar-mercado-etanol-542916.html

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Bancos brasileiros são os mais rentáveis da América Latina

Ranking -> Entre 20 instituições pesquisadas, as três primeiras colocadas são do Brasil

Banco do Brasil, Itaú, Unibanco e Bradesco lideram a lista de rentabilidade.

No ano de 2009 os bancos brasileiros foram os mais rentáveis entre os 20 maiores bancos da América Latina e Estados Unidos, todos com ativos superiores a US$ 100 bilhões.

Microsoft-
Empresa vai investir no Brasil
A Microsoft tem planos de investimento no Brasil
voltado para o mercado local, informou o presidente da companhia no país, Michel Levy.
De acordo com ele, após a crise, "a corporação está olhando Brasil talvez como um dos cinco mercados mais importantes". O CEO Steve Ballmer virá ao Brsil este ano.